Como Fui Aprovada

Esta é a história da minha aprovação para o cargo de Auditora-Fiscal da Receita Federal do Brasil.

Foi uma caminhada muito difícil, cheia de altos e baixos.

Espero que te motive a estudar e lutar por uma vida melhor!

A Decisão de Estudar

Até janeiro de 2009 nunca tinha passado pela minha cabeça fazer concursos, muito menos estudar para algum deles. Sempre sonhei em trabalhar em empresas grandes, bem dinâmicas, essas coisas. Até que em 2008 fiz estágio final da engenharia em uma multinacional. Achei o estágio bem legal, mas comecei a ficar decepcionada com a vulnerabilidade existente nessa e em outras empresas. Via pessoas com 15 anos de empresa, família, filhos, bastante competentes, sendo demitidas de um dia para o outro, por n motivos: a crise mundial, um novo chefe que chega querendo “revolucionar” e manda todos embora… enfim, não conseguia me ver planejando meu futuro dessa forma. 


Após a formatura tentei alguns trainees, em alguns fui reprovada e em outros aprovada, mas mesmo assim estava desapontada pois sabia que trabalhar em empresa não era mais o que me realizaria. Foi quando, em janeiro de 2009, um amigo que havia passado num concurso me deu o toque para fazer concursos. Gostei de ideia e comecei a pensar sobre o assunto… 

O Início do estudo

Fiz o concurso da Eletrosul (no qual fui reprovada) e me matriculei num cursinho para a Receita Federal que vi a propaganda no jornal (era um cursinho tipo “pacotão”, com aulas teletransmitidas). Fui fazendo o curso, e fiz outro concurso (Ciasc 2009, para o cargo de Gerente de Projetos, relacionado à faculdade de administração), no qual fui aprovada. Até que no final de março o ministro Paulo Bernardo apareceu no Jornal Nacional dizendo que os concursos federais em 2010 seriam suspensos devido à crise. Toda a minha família viu essa entrevista, e eu tinha acabado de passar em outro concurso… Aí fui abandonando o cursinho aos poucos, só ia nas aulas de contabilidade. Enfim, desanimei de estudar mesmo.

Nesse ponto admito uma falha minha, que foi desanimar de estudar quando vi que as previsões de edital eram remotas. Sempre fui aquela aluna do fundão que estudava o suficiente para passar de ano. Ou seja, quando acho importante, estudo, mas preciso de uma “pressão”… Se eu tivesse continuado a estudar, mesmo sem previsão, as coisas teriam sido mais fáceis quando o concurso realmente “saiu”. Não cometam o mesmo erro que eu, por favor… Concurso sempre vai ter, independente de crise. 

Enfim, em 24 de abril de 2009 saiu a autorização para o concurso da Receita. Decidi que iria me dedicar. Escrevi para o Alex Meirelles (tinha acabado de ler o seu “Manual”, que era um arquivo Word que rolava na internet – hoje em dia ele tem até livro, que eu não li mas deve ser show) e pedi sua opinião: será que eu conseguiria competir com pessoas que estavam tão bem preparadas, há tanto tempo? Ele disse a seguinte frase: “Se vc encarar o dragão com força, dá tempo para chegar brigando sim.” Pronto, era tudo o que eu precisava para seguir em frente. E, assim, virei uma CONCURSEIRA pra valer 🙂

Principais dificuldades

1. Grana

Minha família estava em grandes dificuldades nessa época. Agora tudo está melhor, mas essa época foi bem tensa, pois meus pais tinham acabado de fechar a empresa deles. Ou seja, eu não tinha dinheiro sobrando, e nem eles para me ajudar. De formatura ganhei uma graninha de um tio, que usei para pagar o cursinho inicial (aquele estilo “pacotão”). Quando saiu a autorização do concurso da Receita (que falei no post anterior) fiz a primeira compra de livros e cursos do Ponto, com a ajuda do meu namorado na época. Sempre que eu precisava de algo ele ia me ajudando, e por 3 meses foi assim. Isso foi muito importante. No entanto, o que era um projeto dos dois acabou virando um projeto meu, pois o namoro acabou em julho (PS: não vou entrar em detalhes aqui, mas se a falta de tempo REALMENTE for um problema no namoro, termine o namoro… #ficaadica). Aí foi a fase mais tensa, pois ou eu parava de estudar e jogava tudo o que tinha estudado e adquirido fora, ou dava um jeito de continuar estudando, mesmo sem o apoio financeiro que ele me dava. Escolhi a segunda opção.

Neste momento, toda a família entrou na dança: meu pai comprava meus livros com o cheque especial, minha mãe pagava algumas coisas, minha vó dava um pouco da pensão do INSS para pagar um curso para mim… Nossa, isso me emociona muito, jamais irei esquecer dessa fase difícil. O dia em que a minha vó me deu um pouco da aposentadoria dela para me ajudar a pagar um curso que eu queria muito fazer (era um curso do professor Tudão, lembro até hoje) foi tão marcante para mim que eu jurei para mim mesma que quando tivesse uma filha colocaria nela o nome de “Maria” (que é o nome dela). E, neste ano de 2016, 7 anos depois, cumpri a promessa, pois minha filha se chama Maria. Enfim, foram meses e meses sem ter dinheiro na carteira, pedindo para pai, mãe e vó me ajudarem com os materiais, e sem coragem para pedir dinheiro para qualquer outra coisa que não fosse relacionada ao estudo. Ou seja, foi quase um ano sem comprar uma “brusinha” ou ir ao salão pintar a unha, por exemplo. Se valeu a pena? Sim, faria tudo denovo…

2. Crença das pessoas na idoneidade do concurso.

No nosso país é natural que as pessoas duvidem de que “baste” estudar para conseguir uma carreira estável. Minha família tinha essas dúvidas, e foi difícil fazer com que elas “botassem fé” nesse projeto. Achavam que tinha muita “carta marcada”, que tinha que conhecer “fulano” para passar, etc. Blumenau não é uma cidade com tradição em concursos, eu mesma não conhecia nenhum auditor da Receita antes de passar. Por isso, ficava essa “dúvida” no ar: “Será que é SÓ estudar e pronto?”. Mesmo depois que passei ouvi: “É, agora vai saber quando vão chamar neh, te prepara para esperar uns 2 anos…”. Eu só pensava: “Ah, ok, obrigada pela força”… rsrs

3. Querer viver

Eu sou uma pessoa muito animada, sempre gostei de fazer muitas coisas, de conhecer lugares etc. E tive que abrir mão de tudo. Meu único período de descanso era aos sábados à noite. Fora desse período eu estudava, e ponto final. 

Isso com certeza foi o mais difícil de tudo. 

Por isso, digo e repito: concurseiro tem que ser muito resiliente para ser aprovado num concurso. 

4. Minha vida profissional parou!

Eu via os colegas de faculdade se dando bem, trabalhando, comprando carro, viajando, essas coisas (isso porque na época não havia Instagram para ajudar na “depressão concurseirística” rsrs)… Claro que tinha consciência de que estava buscando algo mais perene, mesmo assim era muito difícil. E se eu não passasse em nada?? Ia botar meu CV embaixo do braço e sair mandando p todo mundo, depois de um tempo “parada”?? Por isso, hoje, aprovada, digo: encare com MUITA SERIEDADE o seu estudo para concurso. Não é o seu tempo disponível que vai fazer você passar, é sim a seriedade com que você estuda.

Por isso é que tem muita gente que trabalha e passa, e muita gente que não trabalha e não passa. Se você estuda há um tempão e não passa, seja humilde: faça uma análise crítica do seu estudo e corrija o rumo do barco. Não adianta falar “ai, eu faço tudo certo, não sei porque não passo”.

Claro que muita coisa pode acontecer, a pessoa pode ter problemas, mas uma coisa é certa: quem mais estuda, passa. Por isso, ESTUDE COM MUITA SERIEDADE.

Rotina de estudo antes do edital

Assim que saiu a autorização (24 de abril de 2009) e decidi estudar, comprei os Descomplicados (do Vicente e Marcelo), o curso do Moraes Jr no Cathedra de Contabilidade (era o único curso atualizado pela MP 449 na época – hoje em dia esse curso está disponível no Ponto acho), e o livro de Tributário do Ricardo Alexandre (ele é DEMAIS #soufã). Em contabilidade e português eu tinha feito as aulas no curso pacotão, mas nas demais matérias estava começando do zero (não sou formada em Direito e não sabia nem o tal do LIMPE rsrs). Decidi que não faria mais nenhum curso fora, por motivos de tempo e grana. Ou seja, estudaria apenas em casa, por livros, cursos online e aulas em vídeo.

Estudava muito. Nessa época eu não contabilizava as horas diárias, mas tenho uma ideia de quanto era pois, depois do edital, quando passei a contabilizar as horas e estudava 9 horas líquidas por dia, tinha a sensação de que estudava menos do que nessa época antes do edital. Eu acordava cedo, estudava, almoçava (#miojo), estudava logo em seguida, jantava (#mistoquente), estudava. Durante todo o período, #café#café#café rsrs.

Assim foi de abril até julho, quando eu fiquei doente e com sinusite, uma semana de cama. Nessa semana percebi que estava pegando pesado demais. Aí passei a estudar de manhã, almoçar e dar uma descansada (via globo esporte, jornal hoje, etc), voltar a estudar depois do jornal, parando para jantar pelas 7 da noite, via um pouco de TV e voltava a estudar pelas 10 da noite, por mais 2 horas. Nas horas vagas acompanhava o “mundo dos concursos” pelo Fórum Concurseiros e pelas comunidades do Orkut #RIPorkut #saudosista.

Para quem só estuda acho importante esses períodos de descanso entre os momentos de estudo, pq senão a pessoa satura demais. Para quem trabalha entendo que seja bem mais difícil ter esses tempinhos… O próprio trabalho tem que ser uma espécie de “descanso pra mente” rs. Para quem tem filhos, acho que o caminho seja aproveitar quando as crianças estão dormindo, e contar com a ajuda de alguém (cônjuge, mãe, etc)… 

Quando chegou início de setembro, eu estava bem desanimada, estava estudando demais há 5 meses, já havia estudado todas as básicas, queria fazer alguma prova, testar meus conhecimentos, estudar algo novo. Aí saiu o edital do ICMS RS e, como havia boatos de edital para o ICMS SC, resolvi estudar algumas matérias focando aquele concurso. Além disso, saíram os boatos de que haveria Comercial, Civil e Auditoria na Receita. Aí pensei: “Vou estudar para esse edital do ICMS RS, depois para o ICMS SC se sair e se não der certo tem a Receita e o AFT, cujo edital era previsto para dezembro.” Foi nessa época que resolvi fazer o curso de ICMS do Tudão, que comentei num post anterior (que a minha vó ajudou). Essa decisão foi bastante acertada, pois meu rendimento, que havia caído, voltou a aumentar com a “pressão do edital” do ICMS RS. No final do mês, começaram a esfriar os boatos para ICMS SC (e consequentemente a minha vontade de fazer o ICMS RS) e aí veio o EDITAL DA RECEITA! Com todas as matérias que já estava estudando (Civil, Penal, Comercial, Auditoria…). Acho isso bem relevante: se vc n aguenta mais estudar as mesmas matérias, n tenha medo de estudar algo novo, de focar num edital um pouco diferente, etc. Vc vai ver que o que importa é manter o alto nível de estudo. Quando for rever as matérias que, em teoria, estava “craque”, vai estar muito mais atento para coisas que antes estavam passando batidas. Por isso, se vc está cansado de estudar, foque num objetivo mais curto, que aumente a “pressão” e faça vc render novamente.

Bom, nesse ponto eu estava com o edital da Receita na mão. Aí, o foco foi o planejamento pós-edital.

Rotina de estudos após o edital da Receita Federal

Meu domingo (dia em que o edital saiu) foi em função de planejar o estudo até a data da prova. Calculei a quantidade de horas que conseguiria estudar nos 2 meses e meio até a prova, planejando 8 horas/dia. Estimei a quantidade de horas por matéria, de acordo com o peso de cada uma delas na prova. Esse planejamento é muito importante (ainda vou falar dele aqui no Insta, e vou postar como se faz esse cronograma de estudos, detalhadamente). A partir daí comecei a contar as horas de estudo no cronômetro.

Umas 2 semanas depois do início do estudo eu resolvi aumentar a quantidade diária de estudo para 9 horas/dia, pois via que algumas matérias estavam demandando mais tempo (Ex.: Comércio Internacional, que passou a incluir Legislação Aduaneira), e eu não queria diminuir das outras.

As duas semanas anteriores à prova serviram para revisão. Já comecei a pegar um pouco mais leve no estudo também. MAS SEMPRE ESTUDANDO, como falarei a seguir.

Acho muito importante o estudo de véspera. Nós somos humanos, e não é porque ficamos 1, 2 ou 5 anos estudando que a informação é gravada automaticamente na cabeça. Não é assim, e temos que ter humildade para perceber isso e sempre “dar uma olhadinha” nos resumos, esquemas, etc.

Não é um estudo forte, tenso. É algo leve. Nas duas semanas antes da prova eu, por exemplo, revisava a matéria, muitas vezes, deitada na cama (apoiada no travesseiro). O que revisar também é importante escolher. Nas duas semanas eu olhava o meus esquemas e resumos, que eu tinha feito. Já na véspera mesmo (na sexta e no sábado a noite), para mim foi legal ler algo que nunca tinha lido, para pegar alguma “novidade”. Esse material foi o bizu do Ponto. Foi excelente para pegar umas coisinhas extras de última hora, especialmente nos direitos. Lembro que resolvi as 2 primeiras questões da prova de Constitucional facilmente, só pela leitura do bizu. Fora diversos outros detalhezinhos… Passada a prova objetiva, e vendo que minha pontuação provavelmente me habilitaria para a 2a fase, era o momento de pensar na prova discursiva… Que eu sabia que seria o meu fraco (como contarei a seguir). 

Após a prova objetiva – Visando à prova discursiva

Depois da prova objetiva de auditor tirei a semana para revisar algumas coisas para a prova de analista, mas estava tão cansada que não consegui estudar quase nada. Depois disso, resolvi aproveitar Natal e Ano Novo. Me planejei para retornar aos estudos no dia 4 de janeiro.

Mas não foi fácil. O serumaninho aqui gabaritou a prova de Raciocínio Lógico na primeira fase da Receita, mas é uma porta nos Direitos… E a prova discursiva cobrava basicamente os Direitos (Constitucional, Administrativo, Tributário), além de Comércio Internacional, Finanças Públicas e Auditoria. Ou seja, matérias em que eu era meio fraca mesmo. Ainda mais para escrever redações sobre. Além disso, estava acostumada a um ritmo de estudo bem “controlado” para a prova de auditor (controle de acertos, horas por matérias, questões comentadas…). Nada disso havia para a prova discursiva. 

Por isso, quando cheguei ao final dessa primeira semana de estudo para a discursiva, percebi que não tinha estudado quase nada, e que se continuasse nessa linha era bem capaz de rodar nas discursivas e de jogar meu sonho água abaixo.

Foi aí que tomei uma decisão que, para mim, foi decisiva. Falei com alguns colegas concurseiros do Fórum e um deles me contou que estava fazendo um curso presencial intensivo para as discursivas, no Rio, com aulas todos os dias à noite, revisão de todas as matérias, correção de muitas redações… O curso estava planejado para encerrar no dia 7 de fevereiro, pois todos os boatos indicavam que a prova discursiva seria em fevereiro, antes do carnaval. 

Bem, resumindo, essa conversa foi no sábado à noite, dia 9 de janeiro. Convenci minha mãe a me emprestar (mais) um dinheiro (saído do cheque especial dela, lógico), e no domingo procurei lugar para ficar no Rio (na época não tinha “Airbnb”, usei o site VivaReal e, com a verba que eu tinha, consegui alugar um colchonete no chão do quarto de uma senhora em Copacabana). Comprei passagem de ônibus para o Rio… e viajei na segunda!

Cheguei ao Rio, fui para a casa da senhora em Copacabana, e ela era praticamente a Bruxa do 71. O apto era um mausoléu… Rsrs

Falando do que interessa, comecei o curso na terça dia 12, e tudo ia muito bem, as aulas eram ótimas, eu estava vendo meu tempo render mais e finalmente tendo aquela sensação de “agora vai”. Até que na quinta dia 14, dois dias depois da chegada no Rio, sai o resultado da primeira fase, marcando a prova discursiva para o dia 24, apenas dez dias depois! Isso era duas semanas antes do final do curso de discursivas que eu tinha ido fazer, ou seja, o tempo de estudos para a discursiva foi encurtado em duas semanas… Eu tinha gasto um monte para ir ao RJ, e, ao invés de um mês para me preparar, teria menos de duas semanas de aula… Resolvi, então, aproveitar ao máximo a minha ida e o tempo lá, afinal eu estava no Rio de Janeiro, a cidade-sonho de qualquer concurseiro… Parei de ir às aulas do curso para ter tempo de revisar o conteúdo, peguei o $$ que o curso devolveu e fiz algumas aulas particulares com uma professora de Redação que os colegas do curso de discursiva indicaram. No tempo restante ficava na cozinha do apto da Bruxa do 71 fazendo esquemas do conteúdo, tentando imaginar o que tinha que saber de cada assunto para conseguir fazer uma questão discursiva sobre eles. Foi tenso. Eu estava atrasada em relação aos demais colegas em termos de estudo para a discursiva, em uma cidade diferente, dormindo no chão do quarto de uma senhora desconhecida… Mas sabia que voltar para Blumenau no meio daquela semana ia “quebrar meu pique”, então o melhor a fazer seria continuar no RJ, tentando estudar o máximo que podia. 

E assim foi meu estudo para a segunda fase, bem na correria, como imagino que deva ter sido para os demais colegas.

Dia 24 de janeiro foi a prova… Sai meio zonza, sem saber direito como tinha sido, mas ao menos com a sensação de dever cumprido. Enfrentei minhas dificuldades, “encarei o dragão com força”. Tinha dado o meu melhor… Restava esperar o resultado.

O dia da aprovação

O resultado final do concurso saiu no dia 25 de fevereiro de 2010. Estava sozinha em casa e vi o nome na lista. Resultado: 49o geral. Contrariei meu karma de ter tido poucos meses para estudar, não manjar dos direitos, morar longe, etcetcetc… E passei para Auditor da Receita!!!! #ÉTetraaaaaaaaaaa

Liguei para o meu pai, que estava viajando, e contei a notícia. Ele trabalhava como representante, estava com um cliente e começou a chorar!! Que emoção!!! Minha mãe tb ficou muito feliz, minha vó tb… Foi demais! Demais!

Enfim, um dia para não esquecer jamais, um dia muito emocionante!!! Por isso, pessoal, estudem muito, pois ver seu pai e sua mãe chorando de alegria depois de tantos momentos difíceis NÃO TEM PREÇO!!!!

Como o jogo só acaba quando termina, fiz alguns recursos dessa prova discursiva. Resultado: melhoraram bastante minha nota em Comércio Internacional, e aumentei 10 posições, passando para 39o geral. Esse aumento foi super importante, pois me ajudou a ficar entre as vagas disponíveis em São Paulo, ao invés de ir para alguma fronteira (onde eram a maioria das vagas).

Bom, era isso, espero que você tenha gostado da história dessa humilde e eterna concurseira. Como vcs devem ter percebido, não teve segredo nenhum. Foi só ESTUDAR MUITO!

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